* Não se pode esperar resultados diferentes fazendo as coisas da mesma forma.
* Imaginação é tudo, é uma prévia das próximas atrações da vida.
* O Esperanto é a solução da idéia de Língua Internacional?
* Olhem para as estrelas e aprendam com elas.
* Não quero ser um génio, já tenho problemas suficientes ao tentar ser um homem.
* O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer.
* Todo mundo age não apenas movido por compulsão externa, mas também por necessidade íntima.
* Meu ideal político é a democracia, para que todo homem seja respeitado como indivíduo e nenhum venerado
* Matar na guerra não é melhor do que cometer um homicídio comum.
* A imaginação é mais importante que o conhecimento.
* A liberação da energia atômica mudou tudo, menos nossa maneira de pensar.
* A tradição é a personalidade dos imbecis. (kk)
* O nacionalismo é uma doença infantil; é o sarampo da humanidade.
* O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário. (kk²)
* Se minha Teoria da Relatividade estiver correta, a Alemanha dirá que sou alemão e a França me declarará um cidadão do mundo. Mas, se não estiver, a França dirá que sou alemão e os alemães dirão que sou judeu.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Letra da música soldadinho de Deus
Um jovenzinho de 18 anos
Se alistou pra cumprir seu dever
Se apresentou perante ao comandante
Sempre disposto a lhe obedecer
O comandante uma fera humana
Soltava gritos de estremecer
O soldadinho um religioso
Orava ao Deus bondoso
Sem o chefe saber
Um certo dia o seu comandante
Ficou sabendo o que acontecia
O soldadinho só falava em Deus
Isso pra ele era rebeldia
Foi intimado a ir em sua sala
Com arrogância o superior dizia
'Sou eu quem mando nesse pelotão
E sua religião
É pura fantasia'
O comandante disse ao soldadinho
Com a intenção de lhe humilhar
Tá vendo aquele caminhão no pátio
Que a muito tempo tá sem funcionar
Sei que você não sabe dirigir
Peça a seu Deus pra lhe ensinar
Se dirigir aquele caminhão
Vou me ajoelhar ao chão
E a seu Deus adorar
O soldadinho entrou na cabine
Orientado pelo seu Senhor
Deu uma volta em todo quarteirão
Voltou e disse ao seu superior
'O caminhão precisa de uns reparos
Posso fazer isso para o senhor'
O comandante se ajoelhou ao chão
E a Deus pediu perdão
Dizendo o caminhão
Esta sem motor
Se alistou pra cumprir seu dever
Se apresentou perante ao comandante
Sempre disposto a lhe obedecer
O comandante uma fera humana
Soltava gritos de estremecer
O soldadinho um religioso
Orava ao Deus bondoso
Sem o chefe saber
Um certo dia o seu comandante
Ficou sabendo o que acontecia
O soldadinho só falava em Deus
Isso pra ele era rebeldia
Foi intimado a ir em sua sala
Com arrogância o superior dizia
'Sou eu quem mando nesse pelotão
E sua religião
É pura fantasia'
O comandante disse ao soldadinho
Com a intenção de lhe humilhar
Tá vendo aquele caminhão no pátio
Que a muito tempo tá sem funcionar
Sei que você não sabe dirigir
Peça a seu Deus pra lhe ensinar
Se dirigir aquele caminhão
Vou me ajoelhar ao chão
E a seu Deus adorar
O soldadinho entrou na cabine
Orientado pelo seu Senhor
Deu uma volta em todo quarteirão
Voltou e disse ao seu superior
'O caminhão precisa de uns reparos
Posso fazer isso para o senhor'
O comandante se ajoelhou ao chão
E a Deus pediu perdão
Dizendo o caminhão
Esta sem motor
Crônica
''Sofrendo por abandono''
Onze de outubro de dois mil. A menina acorda no meio da madrugada fria e gelada. Lembra-se que faz quatorze anos que seu pai a abandonou. Ela abre as janelas de seu quarto , sem demostrar medo ou insegurança nenhuma; o vento fúnebre acaricia seu rosto , fazendo-a refletir sobre a sua vida. Ao seu lado esquerdo , um minusculo rádio , o seu único companheiro daquele momento absorto. De repente, vem em seus pensamentos o que a sua mãe vinha sustentando nos últimos dias. Um caso com um rapaz de mau carater , que queria só se aproveitar dela. Porém, a pobre moça já havia feito o possível para resolver o problema de sua mãe , mas nada havia conseguido , por mais experiência que a sua mãe tivesse , a mesma negava abrir os olhos , o que ela queria mesmo era curtir , sem querer saber de suas responsabilidades.
A cada instante que passava , ela se decepcionava mais e mais com a mulher que a colocou no mundo.Tinha vezes que ela não sabia o que fazer , o que pensar , o que falar , Lara não havia mais nem lagrímas para chorar.
Depois de um tempo , após a brisa revirar seus cabelos lisos e dourados , ela fecha as janelas e dirigi-se até a quarto em que suas irmãs encontram-se; passa a mão sobre o cabelo de ambas as suas irmãs e sussura levemente , sem que ninguém possa escuta-la: ''Eu amo vocês e nunca vou lhes abandonar''
Após alguns minutos , se retira dali e volta para o seu quarto , onde põe-se a refletir sobre sua familia novamente.
Lembra-se do seu avô , que com o seu velho caminhãozinho encara o perigo e a escuridão dessas estradas perigosas.
Sua avó? Ah , povre avó... leva a vida em uma cama há mais de dois anos , vegetando , dependendo dos outros para sobreviver.
Nesse momento , ela se sente abandonada , completamente abandonada , pois sabe que não pode contar com ninguém.
Desânimo , insegurança , medo , era a única coisa que Lara sentia naquele momento. A menina não aguentava tamanha pressão para cima dela .
Os anos se passaram , ela foi crescendo e , com o tempo , ela percebeu que todos tem uma missão na terra e , a dela nada mais era do que cuidar e proteger suas irmãs.
Edenise G. Rosa
Assinar:
Comentários (Atom)